sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Identidade Cultural - Música e Dança do Mato Grosso do Sul

• Música Urbana;
- Paulo Simões
- Geraldo Espíndola
- Geraldo Roca
- Tetê Espíndola
- Almir Sater
- Guilherme Rondon
- Celito Espíndola
- Carlos Colman
- Alzira Espíndola
- Antônio Porto
- Jerry Espíndola
- Márcio de Camillo
- Rodrigo Teixeira

• Música Erudita;
- Vítor Diniz
- Evandro Higa
- Manoel Rasslan

• Música na Mídia;
- Ciro de Oliveira
- Lizoel Costa
- Oscar Rocha


• Música Sertaneja e Fronteiriça;
- Zacarias Mourão
- Délio e Delinha
- Zé Corrêa
- Amambay & Amambaí
- Helena Meirelles
- Aurélio Miranda
- Dino Rocha
- Tostão & Guarany
- Aral Cardoso

DANÇA
• As Quadrilhas segundo Marlei Sigrist: No Mato Grosso do Sul, as quadrilhas estão restritas às escolas e algumas associações, numa tentativa de aproveitamento folclórico. São raros os grupos originais, geralmente do meio rural, que conservam algumas partes da quadrilha, como as contra danças inseridas nas comemorações locais.

• As danças que dividem o MS em 3 regiões:
O Estado do Mato Grosso do Sul pode ser mapeado e dividido em 3 partes, de acordo com as danças, a saber: Região do Bolsão, Região do Pantanal, e Região de Fronteira.
- Região do Bolsão compreende a porção nordeste do estado - relativa à bacia Sucuriú de Costa Rica a Três Lagoas, incluindo os municípios de Camapuã e seus distritos. (paulistas, mineiros e goianos)
- Região do Pantanal compreende a porção oeste do Estado. ( cultura pantaneira, desde a fundação de Corumbá e com a formação da cultura Cuiabana séc. XXVIII, influência gaúcha )
- Região de Fronteira compreende a porção sul e sudeste. (cultura paraguaia, influência gaúcha).

REGIÃO DO BOLSÃO:
• Arara, Cobrinha ou Revirão: É uma dança comum no Brasil, recebendo vários nomes, como a dança da vassoura ou dança do chapéu. Sua execução começa com um dançador, que deve tirar outro e outro, até que a fila apresente-se longa, virando ora para um lado, ora para o outro, fazendo movimentos semelhantes aos de uma cobra.
Em determinado momento, os dançadores juntam-se aos pares e aquele que estiver sozinho deve requisitar o par do outro. Quando a música é interrompida, aquele que estiver só, deve pagar uma "prenda" , geralmente declamando um verso.

• Caranguejo: É uma dança de roda, desenvolvida aos pares que batem palmas e sapateiam, permeando com volteados e passeios. Ë uma ciranda executada nos bailes rurais, nos momentos em que tendem a desanimar.

• Catira: É dançada ao som da moda de viola e alegrada pelos "recortados", quando os dançadores intercalam longa série de sapateado e palmeado. É uma dança só de homens, e a mulher raramente participa dela, apenas em momentos de reserva familiar. Geralmente é dançada nas festas antes de começar o baile.

• Engenho de Maromba: Sob o ritmo de um valseado, seus movimentos imitam o movimento do Engenho de Cana. As fileiras de homens e de mulheres rodam em sentidos contrários entre si, entrecruzando-se na evolução. Os versos cantados no engenho são "chorados" como o próprio engenho de cana. É uma dança executada em finais de baile como forma de despedida.

• Engenho Novo: Consiste numa dança cuja coreografia assemelha-se ao movimento do engenho de cana, e seus versos lembram passagens de trabalho com essa máquina e também conversas entre seus operadores. Ao contrário da dança anterior, a música possui andamento rápido e alegre.

• Sarandi: Também é uma ciranda, mantendo a mesma melodia da roda infantil "Ciranda, cirandinha". Recebe também o nome de Cirandinha. É uma dança de roda, em que os pares dão meias-voltas e voltas inteiras, trocando seus pares. Esse movimento é repetido tantas vezes quanto é o números de pares, intercalando, cada um apresenta seu verso para a moça, para o rapaz ou para o público presente.

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